Contos eróticos e histórias picantes reais

Uma dieta um pouco especial

Uma dieta um pouco especial

By

Sou uma garota bonita, aquele tipo de garota que os homens chamariam de gostosa. Loura, de olhos azuis, tenho um seio não enorme mas razoavelmente grande e firme e uma bunda bonita. Não posso me queixar, ou melhor, não deveria, meu marido continua me procurando na cama, mas, todo mundo sabe, mulheres nunca estão satisfeitas com o corpo delas. Nos últimos meses engordei um pouco, só alguns quilos, meu marido diz que nem dá para perceber, mas mulher percebe… Comecei frequentar uma academia e decidi fazer uma dieta, na verdade tentei várias dietas mas sempre forma um fracasso porque depois de alguns dia de regime eu desistia. O fato é que gosto de comer, não só homens, comida também! Resolvi tentar mais uma dieta e para conseguir respeitá-la pedi ajuda ao meu marido. Pedi para ele de me controlar, de me segurar e não me deixar exagerar com a comida. Ele aceitou mas quis por uma condição: ele ia controlar o que eu ia comer e se não obedecer iria receber uma punição. O que era esta punição ele não quis revelar, mas eu topei mesmo assim. Tudo deu certo por alguns dias, eu só comia o que ele permitia e respeitando as quantidade, até quando a gente foi convidada para uma festa na sexta-feira a noite em casa de amigos. O buffet era uma delícia, bom demais, não resisti e ataquei os salgadinhos… Acompanhados por uma caipirinha. Quando estava comendo o terceiro meu marido aproximou-se e me falou baixinho: agora chega! Se controle. Você já está comendo o terceiro salgadinho e com certeza vai querer a sobremesa… Ele estava certo, eu já estava de olho na sobremesa. Prometi de parar por aí e não comer nada mais, mas não consegui. A tentação daquela comida gostosa era forte demais. Esperei que meu marido se afastasse um pouco, enquanto ele estava conversando com uns amigos comi dois pão de queijo e um acaarajé. Eu achava que ele não me tivesse visto, mas estava enganada. Estava com um pedaço de bolo na mão quando ele chegou atrás de mim e me falou no ouvido: eu vi, eu vi tudo. Você se acha esperta… Me afastei de propósito para ver se você ia respeitar nosso acordo… agora quando chegar em casa vai receber o que você merece. A noite continuou tranquila, a gente dançou e se divertiu bastante. Fomos pra casa as duas da noite e eu até já tinha esquecido esta coisa da punição. Achava que ele estivesse brincando quando falou isso. Mas estava errada. Estava na cozinha bebendo um copo de agua quando ele chegou e pegou meu braço dizendo: por acaso você acha que vai escapar ao que você merece. A gente fez um acordo, você lembra? Me obriga a curvar-me colocando o peito sobre a mesa da cozinha e pega na minha bunda. Levanta a mini-saia e de repente sinto um calor que inunda toda a superficie das minhas nádegas e logo em seguida uma sensação de dor. Ciafff! Logo chega outra palmada. Ciafff! Outra. – Isso aqui é só para aquecer tua bunda. Agora vai receber dez palmada por cada salgadinho que você comeu. Foram seis não é? – Sim. Respondo. – Errado! Foram sete! E agora vai receber oitenta palmadas, dez amais porque você não falou a verdade. – Mas… – Cala a boca! Não reclama e conta. Caso contrário… – Ciafff! – Um – Ciafff! – Dois… três… As palmadas atingiam minha bunda sem sosta, algumas em uma nádega, algumas na outra, algumas no meio da bunda, sem sussego. Quando chegou a quarenta parou um instante… só para tirar minhas calcinhas. Minha bunda estava ardendo, antes de recomeçar com as palmadas ele apalpou minha bunda por alguns minutos, comentando quanto estava vermelha. De repente, sem me avisar, me dá uma palmada forte, com a mão aberta, no meio da bunda nua. Reclamava, mas também estava me molhando todinha. Incrível, mas estava gostando de apanhar, de estar naquela posição, curva sobre a mesa da cozinha, ele que inchava minha bunda de palmadas. 79, 80. Conto as palmadas, até o fim. Ele tira as calças e as cuecas, seu cacete está duro. Sinto o pau dele esfregando na fenda da minha bunda. Ele cospe para fazê-lo deslizar com mais facilidade. Vai e vem com o pau no meio da minha bunda, uma encoxadinha gostosa, aperto o cacete com as nádegas para deixá-lo com mais e mais tesão. Enquanto isso, ele se volta e abre a geladeira. O que está fazendo? – Penso. Sinto o frio da manteiga engraxar meu cu, enchado e ardente pelas palmadas. – O que você está fazendo? Pergunto. Mas na verdade já sei a resposta… – Vou te enrabar bem gostoso, sua puta. Vai tomar este pau tudo dentro do teu cu e nem se atreve a reclamar senão vai receber outra sessão de palmadas! Sinto um dedo entrar no meu cu, depois outro. Ele vai e vem com os dois dedos no meu cu por alguns minutos, para abrir bem o buraco. Depois encosta a cabeça do caralho na porta do meu rabo. Dá um golpe e entra com a glande, espera parado alguns instantes para que meu cu se acostume ao pau dele. Eu sinto uma dor mista a prazer. A bunda ainda ardendo pelas palmadas e o prazer daquela vara de carne dura que está me penetrando, está me abrindo. Lentamente ele entra em mim, devagar mas implacável aquele cacete grande abre meu cu e entra tudo. Ele para uns segundos com o caralho tudo dentro, depois sai até a metade do comprimento e entra de novo, devagar, depois aumenta o ritmo, o vai e vem è agora mais rápido. Está fodendo meu cu e devagar a dor das palmadas é cancelada pelo prazer daquele pedaço de carne dura que está me possuindo. Ele continua dando estocadas na minha bunda, agora é ofegante, aumenta o ritmo dos golpes até quando sinto o calor da porra que enche meu intestino e ele para, agora curvo sobre de mim, apoiado nas minhas costas, com o pau ainda dentro de mim, gozando no meu cu. – Você gostou da ajuda que te dei para respeitar a tua dieta? Tenho certeza que a próxima vez vai pensar duas vezes antes de comer mais do que deve. Ou de pedir minha ajuda com tuas dietas… Ele falou sorrindo sarcástico. – Mas não acaba aqui – acrescentou – neste fim de semana vou fazer umas mudanças na tua dieta… Você vai se alimentar com minha porra, nada mais. Esta será a única comida que você vai engolir até amanha a noite. Assim você aprende a não encher meu saco com tuas dietas que nunca respeita. E nem se atreva a se rebelar, que vai apanhar mais palmadas, mas a próxima vez com o paddle. – E agora vamos durmir que estou cansado. Amanhã de manhã pode me acordar com um boquete que será teu café da manhã. Infelizmente eu sabia que não estava de brincadeira. O dia seguinte, de manha, pensei de agradá-lo, fazendo como ele tinha mandado a noite antecedente. Acordei antes dele, estava dormindo deitado de lado. Comecei arranhando levemente suas costas e depois desci devagarzinho até chegar à bunda. Acariciei seu bum-bum, peguei, mordisquei, lambi aquela montanha de carne, uma nádega, depois passei a língua na fenda entre as nádegas, subindo e descendo, até chegar nos testículos que apareciam entre as pernas fechadas. Alongando a língua consegui me insinuar entres as pernas e cutucar suas bolinhas com a ponta da lingua. Ele mexeu em um frémito de prazer. Continuei escalando a montanha com beijos e lambidinhas até chegar no topo. Parei com a cabeça apoiada em seu quadril, olhando o panorama no outro lado. Ele estava de pernas fechadas, aquela de cima ligeiramente dobrada e um pouco à frente da outra. No meio, quase escondido, aparecia seu pau, que estava endurecendo-se ma ainda não em completa ereção. Desci percorrendo com a língua a dobra entre a coxa e a virilha, até chegar à base do caralho. Ele ainda meio adormecido acompanhou meu movimento virando-se de barriga para cima e livrando à minha visão o espetáculo daquele cacete, que estava na metade do caminho entre descanso e rigidez, ainda não totalmente erecto como uma torre, mas já deixando imaginar o tamanho que pode atingir e o prazer que pode dispensar. Começo com movimentos circulatórios da língua na base do pau alternados com beijos e chupadas dos testículos, pego uma bola toda dentro da boca e a seguro, massageando-a com os lábios, até quando o pau fica bem duro. Aí começo a lambê-lo, lambidas lentas, de baixo para cima, esticando bem a língua e usando toda sua superfície para lamber a maior porção possível daquela vara de carne que pairava na minha frente. Chegando no topo, na cabezinha do pau, dou lambidinha rápidas, simulo uma chupada, só deixo ele pensar que vou pagar um boquete nele, ele sabe que eu vou, mas ainda não, quero fazer ele ter mais tesão ainda, quero usar todas as malícias do sexo oral. Lambo aquela vara agora dura como mármore de baixo para cima passando minha língua em todo seu comprimento, por uns minutos, e quando percebo que ele não aguenta mais de repente pego todo o pau na minha boca, até tocar com a cabeça na garganta, subo lentamente, chupando, sugando. Fica só a cabeça na minha boca, paro, seguro-a com o labios e continuo chupando, um boquete delicioso, minha boca que vai e vem no pau, lentamente aumento o ritmo, mais e mais. Sinto ele ofegante, aumento o ritmo para concluir minha obra de arte, até quando ele emite um grito e goza gostoso, inundando de porra minha boca. Seguro a cabezinha para não deixar derramar nem uma gota. Engulo tudo e lambo o pau para limpá-lo. – Nossa que delicia gata! Você merece um prêmio. Quer comer mais alguma coisa? Eu fico na dúvida do que responder – não sei o que está tramando – mas enfim respondo que sim. Ele levanta, vai na cozinha e pega o doce de leite. Ele sabe que adoro! Com um dedo pega um pouco e coloca-o na cabeça do caralho, ainda duro. – Pode comer. Me falou. Desnecessário dizer que eu lambi tudo com gula… Ele me deu três vezes, sempre da mesma forma, e depois foi para a cozinha, para tomar seu café da manha. BoqueteJá quase era a hora do almoço quando comecei a sentir fome. Pensei que minha punição já tivesse acabado e ataquei a geladeira, queria mais doce de leite. Fiz tudo devagar, com jeito, para não fazer barulho e ele não perceber. Melhor não se arriscar… Azar meu que fechando a porta da geladeira duas garrafas bateram. Ele escutou. – O que é isso! Com um salto ele se levanta do sofá e vem para a cozinha me achando ainda com os dedos sujos de doce de leite. Inútil negar. – Estava com fome amor, não resisti. – Eu te disse qual é teu menu para hoje! Era só vir para sala e me fazer um boquete! Ele pega meu braço e entorta-o atrás das costas, obrigando-me a me curvar em cima da mesa. Ainda estou de camisola e é fácil para ele levantá-la. Nem tenho calcinhas. Logo depois senti a primeira palmada forte atingir minha bunda. Me deu uma surra que deixou meu traseiro ardendo. – Agora vou almoçar – disse – e você vai comer teu almoço abaixo da mesa. E foi assim que enquanto ele almoçava eu fiquei abaixo da mesa chupando seu cacete. Novamente encheu minha boca de esperma. – Espera só alguns minutos e pode ter bis – disse – Ou você prefere outro tipo de sobremesa? Não sabendo o que ele estava entendendo com “outro tipo”, paguei mais um boquete. Só no final da refeição ele me disse que eu tinha sido obediente e ele queria ser magnânimo. – Tua dieta especial termina aqui. Assim talvez a próxima vez você aprende a não encher meu saco com tuas dietas que você nunca respeita.

Safadinho

Adoro sexo e contar histórias excitantes, escrevo porque gosto e para me relaxar. Acho que a vida é uma só e tem que aproveitar de tudo o que oferece de bom. As gatas são entre as coisas melhores. Se você gostou dos meus contos, deixe um comentário.


    1 Comment

  1. Uma história diferente mais saborosa, ela foi enrabada bem gostoso e com margarina fica mais fácil pra entrar no rabinho, essa esposa ígual a mim adora fazer anal sempre prefiro atrás primeiro.

    Tayla Sian

    8 de setembro de 2016

Post a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *