Uma excursão escolar muito quente
A turma do 2° ano da faculdade de Educação Física estava em uma excursão de três dias para um albergue na montanha. Depois de um dia de trilhas e lanche coletivo, o grupo mais animado se reuniu no maior quarto da pousada, entre risadas e brincadeiras.
Alexia, uma garota de 19 anos com um corpo de cair o queixo—seios fartos, quadris generosos e um sorriso de provocação—estava sentada no sofá, cercada por seis dos seus colegas.
Entre eles estava Pedro, o típico galã da sala, que depois de algumas rodadas de “Verdade ou Desafio” havia lançado a proposta:
“Se perder na próxima rodada, você terá que fazer seis de nós gozar… e cada um pode escolher como quer ser masturbado.”
Alexia, confiante na vitória, aceitou com um sorriso desafiador.
Mas o destino foi cruel.
Perdendo a aposta, agora ela tinha que cumprir.
Marco e a mão experiente
Marco, um garoto atlético com um sorriso malandro, foi o primeiro a se adiantar.
“Então, como você quer que eu te faça gozar?” perguntou Alexia, agachando-se na frente dele enquanto os outros se posicionavam ao redor, curiosos e excitados.
“Com a mão. E vai devagar… quero que dure.”
Alexia acenou com a cabeça e, com movimentos seguros, desabotoou seu jeans, puxou a cueca para baixo e libertou seu pau já duro. Ela o segurou na base, sentindo-o pulsar entre seus dedos.
“Mmmm, você já está tão excitado…” murmurou, acariciando a cabeça com movimentos circulares, fazendo Marco gemer.
Com a outra mão, massageou seus sacos, alternando pressões suaves e apertões mais firmes. Depois cuspiu em sua palma e voltou a esfregar, agora mais rápido, lubrificando bem.
“Porra, Alexia… você é boa…” ele respirou fundo, os dedos se agarrando ao sofá.
Ela acelerou, encarando-o nos olhos enquanto sua mão trabalhava com perícia, até que um tremor percorreu o corpo de Marco e um jato quente jorrou em sua mão e pulso.
“Um já foi,” sussurrou Alexia, limpando-se com um sorriso satisfeito.
João Carlos e o seio generoso
João Carlos, o garoto tímido da turma, avançou em seguida, com o rosto vermelho e um volume evidente marcando sua calça.
“Eu… eu queria… entre os seus peitos,” gaguejou.
Alexia sorriu e, sem hesitar, desabotoou a blusa, soltando o sutiã e liberando seus seios fartos e firmes.
“Toma aqui,” disse, aproximando-se.
Prendeu o pau de João Carlos entre suas mamas, apertando-as com força e começando a mover-se para cima e para baixo. A pele macia de seus seios deslizava perfeitamente ao longo de seu membro, já lubrificado por sua própria saliva.
João Carlos soltou um gemido abafado, com as mãos agarradas nos braços da cadeira.
“Você está gostando, né?” provocou Alexia, curvando-se para lamber a ponta a cada poucas bombadas, fazendo-o estremecer.
“S-sim, porra… é bom demais…”
Ela acelerou, os peitos roçando em seu pau, até João Carlos gritar, arqueando o corpo enquanto jorrava sobre seu peito e queixo.
Alexia deu uma risadinha, limpando-se com um dedo que depois lambeu.
“Dois em seis.”
Rodrigo e a boca gulosa
Rodrigo, o cara mais alto da turma, com um olhar predador, sentou-se na cadeira à sua frente.
“Quero sua boca. Até o talo.”
Alexia encarou-o por um instante, depois ajoelhou-se, abrindo os lábios e recebendo a cabeça de seu pau entre eles. Lambeu-o devagar, da base até a ponta, depois enfiou tudo de uma vez, arrancando um grito dele.
“Porra, Alexia, caralho!”
Ela começou a mover a cabeça para frente e para trás, acelerando o ritmo, os lábios apertados ao redor dele enquanto suas mãos massageavam seu saco.
Sentia seu gosto, seu calor, a maneira como seu corpo ficava tenso. Quando puxou a cabeça para trás para respirar, um fio de saliva ainda conectava seus lábios à ponta do seu pau.
“Não para…” ele gemeu.
Alexia obedeceu, chupando com voracidade, até Rodrigo agarrar seus cabelos e empurrar sua cabeça ainda mais para baixo.
“Vou go—”
Um jato quente encheu sua garganta e ela engoliu tudo, lambendo os lábios com luxúria.
“Três.”
Ricardo e as nádegas aconchegantes
Ricardo, o cara com o sorriso mais malicioso, sentou-se na beirada da cama, pernas ligeiramente abertas para dar espaço à ereção já dura que pulsava sob o tecido de sua cueca preta. Aquele jeito de sorrir deixava claro para Alexia que ele não ia facilitar as coisas.
“Quero que esfregue meu cacete entre suas nádegas”, disse, passando a mão pelo volume apertado do jeans, onde o pau já pressionava para sair.
Alexia olhou para ele com uma sobrancelha arqueada, mas o sorriso satisfeito nos lábios mostrava que ela não estava nem um pouco surpresa. Depois de três caras já satisfeitos, sabia que os pedidos só ficariam mais ousados.
Com um suspiro exagerado, como se estivesse cedendo a um pedido absurdo, ela se virou. Seus leggings pretos colados deslizaram pelas pernas, revelando uma bunda perfeitamente tonificada, redonda, com a pele lisa brilhando levemente sob a luz fraca do abajur do hotel.
Ricardo prendeu a respiração enquanto ela passava um pouco de saliva entre as nádegas, movendo os dedos com uma experiência que o fez rolar os olhos e soltar um “porra” baixinho. Então, sem hesitar, ela enfiou o pau dele entre suas nádegas macias e quentes, apertando os glúteos de propósito ao redor dele.
“Ah, caralho… que delícia!”, Ricardo rosnou, os dedos afundando nos quadris de Alexia.
Ela sorriu, satisfeita, e então começou a mover o quadril em movimentos lentos e circulares, deslizando o pau de Ricardo para frente e para trás entre suas nádegas. Cada vez que ela recuava, a cabeça do pau dele aparecia por um instante, brilhando de saliva, antes de ser enterrada novamente no calor daquele túnel perfeito. Quando ela empinava mais, sentia o calor dele pressionando contra ela, a ponta roçando a base de suas costas.
“Tá gostando?”, ela sussurrou, aumentando a pressão.
Ricardo não respondeu de imediato. As mãos dele já agarravam seus quadris, os dedos afundando na carne macia enquanto ele a puxava com mais força. “Porra, sim… continua assim…”
Ele soltou um gemido rouco, as mãos apertando seus quadris, empurrando-a ainda mais contra ele. “Isso, caralho… parece que foi feita pra isso…”. Alexia contraiu os glúteos, aumentando a pressão, e começou a mover o quadril para frente e para trás. O pau de Ricardo deslizava entre suas nádegas, a cabeça às vezes roçando a virilha, outras quase saindo completamente, só para ser puxada de volta pelo movimento fluido de seus quadris.
Alexia acelerou, sentindo a respiração dele ficar mais pesada. As veias do pau pulsavam entre suas nádegas, e quando sentiu o corpo dele enrijecer, soube que ele estava quase lá. Com um último movimento firme, Ricardo soltou um “fodeu”, e os primeiros jorros quentes de porra jorraram pelas costas dela, algumas gotas escorrendo até a cintura. Alexia continuou se mexendo devagar, deixando-o se esvaziar completamente até acabar, as últimas gotas escorrendo pela pele dela.
Ela se virou com um sorriso de satisfação, passando os dedos pela pele molhada. “Quatro.”
Alexia limpou as costas com um lenço, depois ajustou os leggings, pronta para o próximo. Ainda faltavam dois caras, e se esses tinham sido só o aperitivo, ela mal podia esperar para ver como a noite ia terminar.
Nico e a dupla técnica (boca e mão)
Nico, o mais quieto do grupo, aproximou-se com um olhar carregado de desejo. O ar entre eles estava pesado, e quando ele falou, sua voz saiu rouca, quase como uma ameaça suave.
“Eu quero… sua boca. Enquanto massageia as minhas bolas.”
Alexia não respondeu com palavras, mas o sorriso lânguido que surgiu em seus lábios foi resposta suficiente. Ajoelhou-se com graça, as mãos desabotoando seu cinto com movimentos hábeis. Enquanto o libertava das roupas, sentiu o calor do corpo dele, o cheiro de macho que a envolveu.
Com delicadeza, levou-o à boca, deixando a ponta do seu pau roçar o céu da boca antes de descer mais fundo. Ao mesmo tempo, sua mão esquerda deslizou entre suas pernas, os dedos acariciando lentamente os testículos, massageando com pressão alternada—leve no começo, depois mais firme, seguindo o ritmo da respiração ofegante dele.
Nico soltou um gemido abafado, os dedos se enroscando nos cabelos dela sem empurrar, deixando-a no controle. Alexia variou os ritmos: devagar, quase torturante, fazendo-o estremecer; depois rápida, intensa, até senti-lo ficar tenso, os músculos das coxas tremendo sob seus dedos.
“Tô quase explodindo…” ele rosnou, a voz falhando.
Alexia não recuou. Olhou fundo em seus olhos, desafiando-o enquanto a mão continuava a trabalhá-lo, estimulando até o último instante. Quando ele finalmente explodiu, ela ficou ali, recebendo cada tremor, cada jorro quente que enchia sua garganta. Engoliu com precisão, sem pressa, sem desperdício. E só quando ele relaxou, exausto, ela se afastou com um último beijo na ponta ainda sensível.
“Feliz?” sussurrou, passando o dedo no lábio inferior.
Nico encarou-a, ainda sem fôlego, e, pela primeira vez naquela noite, sorriu.
E cinco, disse Alexia.
Pedro, o Vencedor da Aposta
Pedro, o mestre do jogo, acomodou-se no sofá com um sorriso de vitória.
“Eu quero tudo: boca, peitos e bunda!”
Alexia deu uma risadinha, corando levemente sob os olhares aprovativos dos amigos que assistiam à cena. “Ambicioso, hein?”
Ajoelhou-se diante dele, desabotoando seus jeans com movimentos lentos, quase teatrais. Quando o zíper deslizou para baixo, seu volume já estava evidente, o tecido da cueca mal contendo uma ereção imponente. Alexia libertou-o, soprando com malícia antes de envolver os lábios em torno da ponta, já úmida e sensível.
A Boca
A boca de Alexia era quente e habilidosa, a língua dançando pelo freio enquanto seus lábios se apertavam em torno dele. Pedro soltou um gemido profundo, os dedos se enterrando em seus cabelos para guiá-la. Ela não tinha pressa, alternando entre sucções lentas e movimentos mais rápidos, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto ela o encarava sob os cílios.
“Porra, Alexia…”, ele suspirou, a respiração ficando ofegante.
Ela respondeu com uma lambida na ponta, depois recuou, deixando-o gemer pela falta de seu calor.
Os Peitos
Alexia apertou seu pau latejante entre seus seios generosos. Pedro agarrou-os com vontade, comprimindo-os enquanto ela se inclinava para deslizar seu membro entre aquela vale macia. A pele lisa e quente esfregava contra ele, o movimento ficando cada vez mais rápido enquanto a ponta roçava seu queixo.
“Meu Deus, esses peitos são perfeitos…”, ele rosnou, as unhas cravando-se levemente em sua carne.
Alexia sorriu, apertando-os com ainda mais força, os mamilos endurecendo com o atrito. Quando sentiu que ele estava prestes a explodir, parou de novo, deixando-o xingar de frustração.
A Bunda
Ela se virou, apresentando-lhe seu traseiro firme e redondo. Empurrou-o devagar para trás, deslizando seu pau entre suas nádegas. Pedro estava em êxtase, as mãos agarrando seus quadris enquanto ela movia o quadril, esfregando-o nas dobras de sua pele.
“Merda, Alexia… não vou aguentar…”
Ela virou o rosto só o suficiente para o encarar com olhos desafiadores. “Então goza pra mim.”
Foi o suficiente. Com um último gemido, Pedro explodiu, jorrando sobre suas costas e bunda. Alexia riu, satisfeita, enquanto os outros rapazes aplaudiam e assobiavam.
A Recompensa de Alexia
Depois de satisfazer todos os seis rapazes, Alexia deixou-se cair no sofá, as pernas tremendo levemente.
“Bem, vocês tiveram o que queriam”, suspirou, esfregando as coxas.
Mas os caras não pretendiam deixá-la insatisfeita. “Agora é nossa vez de te fazer gozar.” Marco aproximou-se, acariciando seus seios e começando a chupar seus mamilos.
Empurraram-na no sofá, as mãos abrindo suas pernas enquanto dois deles se alternavam lambendo seu clitóris já inchado. Um outro enfiou dois dedos dentro dela, masturbando-a em um ritmo acelerado. Alexia gritou, o corpo arqueando enquanto o orgasmo a dominava. E quando finalmente pararam, ela estava destruída, feliz e completamente satisfeita.
Final Inesperado: O Preço do Silêncio
Alexia estava deitada no sofá, ainda tremula dos arrepios do prazer, quando a porta do quarto se abriu de golpe. O professor da Silva estava no limiar, o rosto contraído em uma careta de surpresa e desejo reprimido.
“Que diabos está acontecendo aqui?” ele explodiu, mas o tom da sua voz traía uma excitação mal escondida. Ele tinha ouvido tudo: os gemidos, os sobressaltos, o grito final de Alexia que ecoara pelo corredor.
Os garotos ficaram tensos, mas Alexia, com uma calma surpreendente, ergueu o olhar para o professor. Seus lábios ainda estavam úmidos, o peito subia e descia rapidamente.
“É exatamente o que parece, professor”, sussurrou com voz rouca.
Da Silva fechou a porta atrás de si, os olhos percorrendo seu corpo suado. “Se essa história chegar ao diretor…”, deixou a frase no ar, mas a mensagem era clara.
Alexia entendeu na hora. Com um sorriso malicioso, ajoelhou-se lentamente no tapete, as mãos se esticando em direção ao cinto do professor. “Talvez a gente possa chegar a um acordo”, murmurou.
Os garotos prenderam a respiração enquanto ela abria o zíper da calça e liberava o pau já duro do homem. Sem hesitar, Alexia levou os lábios até a ponta, lambendo-a com lentidão provocante. O professor gemeu, agarrando seus cabelos enquanto ela o engolia por completo, profundamente, a garganta se contraindo ao redor dele.
A cena era surreal: os seis garotos observando em silêncio, o professor se entregando ao prazer, Alexia trabalhando com habilidade determinada. Quando da Silva chegou ao orgasmo, jorrou tudo em sua boca, os quadris sacudindo em um último espasmo de prazer.
Alexia limpou os lábios com um dedo, depois o lambeu com satisfação. “Combinado?”, perguntou, encarando-o nos olhos.
O professor, ainda tremendo, assentiu. “Combinado.” Ajeitou a roupa e saiu sem dizer mais nada, deixando na sala um silêncio carregado de tensão e adrenalina.
Alexia se jogou de volta no sofá, rindo baixinho. “Bem, esse foi um dia verdadeiramente interessante.”


Os Peitos
Parabéns safadinho seu conto é muito delicioso acho que tu já até me conhece ou não mas se não prazer , Lendo a sua história me deixou com muita vontade … Eu já comentei com o meu maridinho que é delicadinho … Também tenho esses desejos na minha mente e no meu corpo quero ter essa linda experiências deliciosas ser seduzidas por cinco senhores com idade até 55 anos de preferências que sejam super dotados , Quero ser comidas em todas as formas e também mamar em todos e também , ter os meus seios sugados por bocas famintas ser chupada por todos entre minha buceta e no meu lado b que ainda esta uma delicia pra ser comida , Mas no momento ainda sou amante do meu patrão , Mas assim que tiver essa oportunidade quero realizar é meu sonho …. Bjs …