Contos eróticos e histórias picantes reais

Garota voyeur

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– Vou chegar em São Paulo amanhã. Marquei de passar lá na casa da Rosa, vamos? Você precisa conhecer ela! – recebi o recado da Naty no Facebook.

Minha amiga já havia falado um monte da Rosa, fotógrafa que conheceu nas ruas do Rio de Janeiro, alguns meses antes. Segundo ela me contou, pouco após as duas serem apresentadas, elas inventaram de subir no alto dos trilhos do bondinho, na Lapa. Ninguém lá embaixo conseguiu vê-la abrir a blusa e abaixar a saia para as lentes da câmera fotográfica. Pude contemplar os cliques daquela cena, na tela do meu computador. Aquilo me fez salivar.

gataRosa morava em na um mega apartamento térreo Bela Vista. Prédio retrô de estilo eclético. Havia coisas espalhadas por toda a parte. Naty a abraçou, já totalmente íntima da simpática argentina, que é praticamente cidadã brasileira. Aquela baixinha de ascendência japonesa e carregado sotaque castelhano veio me cumprimentar assim que chegamos na sua casa, numa noite de sexta-feira.

– Wow! Que gata. Quer posar para mim? – disse ela, enquanto apertava de leve meus seios, fazendo minha boca se encher de dentes, embaraçada com sua abordagem descarada.

– Claro. Mas quero sair bem gostosa, ein?

– Ah, sim. Você é gostosa! Vem cá, – pegou sobre a mesa uma câmera maior que o seu crânio, chamou-me até o seu banheiro, onde abriu a cortina de plástico florida, revelando uma pequena banheira de louça verde. Apontou para eu entrar – tira a roupa.

– Assim? – solto um rápido suspiro – Tudo bem, né?

Despi peça por peça, bem desajeitada, de costas, querendo esconder os peitinhos, já que tenho vergonha deles. Apoiei a mão no quadril, para me empinar. Rosa dizia a todo o momento que eu estava linda e pedia para levantar ainda mais a bunda. Certa hora, puxou com seus dedos a minha calcinha para o lado e falou para a Naty me apalpar também. Abaixei-me para tirar a lingerie, deixando o bumbum totalmente arregaçado para a câmera. Minha amiga resolveu posar junto comigo, sentou com cara de paisagem ao lado do meu traseiro de quatro. Em seguida, saí daquela posição e ajudei a desnudar a bonita, que arrebitava os peitinhos de frente para a lente. A gente se beijou, acariciei seu corpo. A fotógrafa registrou cada gesto nosso.

Alguns dias mais tarde, Rosa publicou em um de seus blogs uma foto minha dentro de sua banheira. De bunda para cima, com a calcinha quase no chão e o orifício bem à mostra. Apesar de meu primeiro nome estar escrito ali, não dava para ver meu rosto nem nada que me identificasse. Não senti nenhuma vergonha. Achei interessante o resultado, bem ousado, e alimentava um antigo desejo de fazer o meu próprio pornô. De tanto que curto pornografia, de tanto consumir, achava que deveria, eu também, dar minha contribuição para o gênero. Uma ideia fixa, que guardava desde que completei a maioridade.

Passei a frequentar a casa da Rosa, durante as tardes livres no meio da semana. Ela sempre me recebia com alguns drinks, petiscos, histórias divertidas, companhias inusitadas. Certo dia, a pequena conta que estava com a chave do imenso apartamento de um amigo seu, que foi viajar.

– Quero fazer umas fotos lá. A gente devia produzir um ensaio seu.

A essa altura, eu já havia me tornado grande admiradora do seu trabalho. O portfólio dela é realmente de babar. Topei a proposta imediatamente. Agendamos de clicar as imagens dali a dois dias. Separo uma sacola de lingeries, com todas as peças mais sexy que encontrei no meu guarda-roupa. Vou buscá-la no horário marcado. Chegando lá, ela me pergunta que tipo de fotos eu gostaria de fazer.

– Quero um porn, algo bem hardcore, pode ser? – respondo.

– Ahahaha, bem a sua cara! Pode, claro.

dildo-lesbicaReviramos o armário da sua casa, atrás de outros acessórios para complementar a produção. Além de algumas meias-calças e sapatos, ela me entrega seu vibrador cor-de-rosa pink e me mostra um plug metálico, de prata reluzente, super pesado. Saímos para a locação que combinamos. O lugar é realmente impressionante – um prédio famoso de arquitetura moderna, no centro de São Paulo. Apartamento duplex, de alto nível. Ela me serve uma cerveja, sento-me numa poltrona da sala. Pergunto como quer começar. Diz que eu tire a roupa e fique à vontade. Deixo apenas minha calcinha e sutiã de renda, meia sete-oitavos rasgada e salto alto. Fico a passear pela casa. Rosa a me clica enquanto fumo um cigarro, conduzindo cada gesto meu. Poucas poses depois, vamos dali para o quarto, onde uma cama bagunçada se encontrava entre um armário espelhado e a parede da janela, totalmente envidraçada. Dali era possível apreciar a adorável vista do centro antigo, bem iluminado. Deitada, consigo ver no espelho o reflexo do meu corpo enquanto poso. Atendendo às ordens da fotógrafa, desfaço-me daquele lingerie.

Pode me chamar de vulgar, mas a primeira coisa que faço ao tirar a calcinha é abrir as pernas e me bolinar. Trato de proporcionar a mim mesma bastante prazer, pensando em transmitir algo real, como aquilo que me atrai na pornografia que consumo. Testo toda a sorte de posições e gosto de ver minha genitália totalmente exposta, ao me movimentar lentamente sobre a cama. Minha vontade, ali, é em produzir imagens para excitar os outros, para os caras baterem punheta. Quanto mais emoção eu imprimo nos meus gestos, mais ela parece gostar da ação que transcorre em sua frente. Regista o reflexo da minha imagem na vidraça da janela, com o centro ao fundo. Elogia, manda-me continuar. Experimento de tudo: acariciar meus mamilos, retorcer-me, apalpar minha pele. Deito de lado, lambuzo o plug de saliva e uso aquele pesado instrumento de metal para me penetrar por trás.

– Você vai gozar? Quer ajuda? – Pergunta ela, no momento em que meus gemidos aumentam o volume.

– Eeer… quero – aceito, por meio de um sussurro.

Com a mão esquerda, Rosa introduz dois dedos dentro de mim, enquanto o polegar se movimenta sobre o meu clitóris. Com a mão direita, segura a câmera, registrando aquela cena, até me fazer gozar. Era o que a artista queria: clicar meu rosto no momento do clímax. Olhos revirados, expressão de gratidão. Fico impressionada com sua habilidade ao me tocar. Depois ainda visto mais algumas peças, poso em outros ambientes da casa. Cervejas. Charuto. Bumbum empinado. Uma diversão.

Dias mais tarde, Rosa posta em seu blog justamente a cena principal, que conseguiu registrar com maestria: o instante sublime do orgasmo estampado no meu rosto. Fico emocionada ao ver o carinho com que ela descreve o momento. Poucas fotos daquele ensaio chegaram a ser publicadas na internet. Senti um friozinho na barriga de ver minha pussy totalmente aberta em uma página da internet, certo dia. Mas superei. Acho que hoje em dia já saíram até do ar. Apenas algumas mais leves chegaram a ser postadas em um site brasileiro. Um “amigo” tratou de mostrar uma delas para toda a minha turma da pós-graduação, o que só descobri no último dia de aula.

Recebi da fotógrafa algumas dezenas de imagens editadas, que resumem bem a nossa noite. A luz, o recorte, o enquadramento, cuidaram de imprimir leveza à brutalidade dos meus atos. Mostrei o resultado a todos os meus amigos mais próximos, amigas descoladas e peguetes do momento. Se o gatinho da vez fica interessado em ver, mando-lhe, para provocar seu imaginário. Funciona. A todos que vou enviar o material eu advirto: é pesado.

Safadinho

Adoro sexo e contar histórias excitantes, escrevo porque gosto e para me relaxar. Acho que a vida é uma só e tem que aproveitar de tudo o que oferece de bom. As gatas são entre as coisas melhores. Se você gostou dos meus contos, deixe um comentário.


    4 Comments

  1. delicia dessa histórinha parabéns pelo autor/a …
    Sou casada eu e meu maridinho adoramos ler e assistir filme dece perfil ,deixo o meu contato junto com meu maridinho pra trocas de experiênçias email taylasian@yahoo.com

    tayla sian

    15 de setembro de 2016

  2. Muito bom amei adoraria ver essas fotos.

    jonei

    19 de outubro de 2016

  3. tbm adorei e gostaria de ver o ensaio todo.

    caju

    17 de Maio de 2017

  4. Adorei o seu conto fiquei molhadinha de pensar isso tudo o meu marido me incentiva a fazer isso mas eu não tenho coragem adoraria ver as tuas fotos que pelo conto devem ser divinas.

    fatima leite

    6 de julho de 2017

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